segunda-feira, 20 de janeiro de 2020

SAUDAÇÕES

ERA UMA CASA MUITO ENGRAÇADA:
Não tinha porta, não tinha calçada, mas tem PORTAL lá no fundo do quintal!




A despeito da solidão coletiva que se vive nos dias de hoje, atualmente  coleciona-se amigos (virtuais). Centenas, milhares ou milhões de amigos pelas redes sociais.
Conquanto, raramente não arregimentamos mais do que algumas dezenas de amigo reais.
Somos mais felizes hoje graças à tecnologia que “aproxima”, ou melhor, conecta milhares de pessoas. Entretanto, houve uma época que, frequentemente, confraternizávamos com muito mais calor, com direito a ciúmes, cumplicidade e até direito a cobranças de presenças e/ou visitas.
Somos mais felizes.

— Viva la tecnología!
— Long live the technology!


sábado, 26 de outubro de 2019

MARIA FIRMINA A 1ª ROMANCISTA DO BRASIL – PUBLICAÇÃO ATUALIZADA e OTIMIZADA

MARIA FIRMINA DOS REIS
Este vídeo é uma atualização de um vídeo homônimo da Escritora Maranhense, Maria Firmina dos Reis, publicado em 25/10/2019 e removido para alteração de dados e acréscimo de conteúdo. A upgrade deste vídeo foi concluída em 1 de novembro de 2019.
HOMENAGEM
Século XIX, natural da Ilha de São Luís, então capital da Província do Maranhão. Maria Firmina nasceu “molata”, segundo assento lavrado na SÉ de Cajapio-MA. Ainda menina ficou órfã e, semialfabetizada, mudou-se em definitivo da capital para morar com uma tia materna na vila litorânea de São José de Guimarães, interior do Maranhão.
Foi nesse cenário bucólico e de arraigados preconceitos do século XIX que se mostrou aguerrida e não se resignou. Entre tantos atributos era perspicaz e a princípio autodidata — em comparação às moças da região e da época, pobre, talvez fosse, mas alguém lhe bancou bons livros e estudos — após passar em concurso público na qualidade de primeira mulher, sobretudo negra, a conseguir tal proeza no Brasil, tornou-se “Mestra Régia*” assim sendo, professorou por muitos anos e produziu uma obra poderosa que chega aos nossos dias como um precioso retrato do nosso passado histórico provinciano, imperial e escravocrata.

ICONOGRAFIA

Sempre que se pesquisa na internet o nome dessa autora encontramos dados e informações relacionados a ela, entretanto, invariavelmente, essas informações são ilustradas por fotos ou desenhos que não dizem respeito a ela. Por que isso acontece? Em primeiro lugar não há, de fato, documentação pictórica disponível, salvo uns dois bustos em São Luís e algumas representações artísticas que tentam retratar a ilustre escritora. O segundo aspecto é o fato de que a maioria das pessoas não são pesquisadoras e, de tal forma não agem de modo a fazer “varredura” em busca da informação, confrontar dados, cruzar as fontes e, somente depois desse aferro publicar algo um pouco mais coerente e preciso. O que ocorre de fato é uma corrida pela publicação de algo “novo” e bombástico, assim sendo, a internet é inundada por um monte fakes que em vez de elucidar atrapalham e desvirtuam a verossimilhança de qualquer conteúdo.


DATAÇÃO
Este tópico foi um dos motivos que nos levou a efetivar remoção temporária do mesmo da plataforma do YouTube. Este vídeo não tem o objetivo (e nem cabedal) de ser referência sobre Maria Firmina dos Reis, isso se dá em virtude de algumas ambiguidades de informações e amostragens disponíveis que por, minha parte — Epitácio Filho — carecia de investigação cartorial e/ou viagem ao município de Guimarães. Para citar exemplo, a data de natalício de Firmina eu encontrei 3. Aqui neste vídeo foi destacada (na versão antecedente) a data consolidada por instituições literárias e academias de letras divulgada nos principais meios de comunicação e no doodle do google  que recentemente anunciaram as comemorações do 194º aniversário de Maria Firmina dos Reis. Todavia, os vídeos postados no canal Epitácio Filho Designer, não pretendem ser referenciais, mas visam elencar informação confiável, relevante e endossar nos meios competentes o que é consolidado e, sobretudo, prestar homenagens a ilustres personagens a exemplo de vida, obra e morte de Firmina.
Ocorre que houve a necessidade de investigarmos a data: 11 de outubro a 11 de novembro, que foi bastante propalada na internet e nas TVs durante o período comemorativo dos 194 anos da escritora.

JUTIFICATIVA
E, em decorrência da concomitância desconexas das datas, valeu a praxe que nos norteia, recorrer aos meios e instituições competentes. Não o fizemos antes por confiarmos nas maciças divulgações recorrentes. “Fé cega, faca amolada.” Já dizia a música.
Foi então, que debruçamos nos códices do Arquivo Público do Estado do Maranhão para pesquisar Maria Firmina, e somente então fazermos o que consideramos certo: republicar nosso vídeo com a segurança de fazemos a nossa parte, mesmo que tal esforço e beneficio resultante seja percebido por uma ou duas pessoas.

OBRAS DE MARIA FIRMINA DOS REIS - Fonte: Enciclopédia virtual Wikipédia
ÚRSULA. Romance, 1859.
GUPEVA. Romance, 1861/1862 (O jardim dos Maranhenses) e 1863 (Porto Livre e Eco da Juventude).
POEMAS em: Parnaso maranhense, 1861.
A ESCRAVA. Conto, 1887 (A Revista Maranhense n° 3)
CANTOS À BEIRA-MAR. Poesias, 1871.
HINO da libertação dos escravos. 1888.
POEMAS em: A Imprensa, Publicador Maranhense; A Verdadeira Marmota; Almanaque de Lembranças Brasileiras; Eco da Juventude; Semanário Maranhense; O Jardim dos Maranhenses; Porto Livre; O Domingo; O País; A Revista Maranhense; Diário do Maranhão; Pacotilha; Federalista.
COMPOSIÇÕES MUSICAIS: Auto de bumba-meu-boi (letra e música); Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); Hino à Mocidade (letra e música); Hino à liberdade dos escravos (letra e música); Rosinha, valsa (letra e música); Pastor estrela do oriente (letra e música); Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música).
*Os Professores Régios foram instituídos pelo Alvará de 28 de Junho de 1759, após a suspensão dos jesuítas – responsáveis até então por pregar e confessar em todo território português – com o objetivo de retirar da família e da Igreja a tutela sobre a educação da mocidade, passando-a para a Monarquia Portuguesa. Selecionados a partir de exames públicos.
Concebido e produzido por Epitácio Filho, gravado no Estúdio de Produções Interativas EPI, São DATAÇÃO
Este tópico foi um dos motivos que nos levou a efetivar remoção temporária do mesmo da plataforma do YouTube. Este vídeo não tem o objetivo (e nem cabedal) de ser referência sobre Maria Firmina dos Reis, isso se dá em virtude de algumas ambiguidades de informações e amostragens disponíveis que por, minha parte — Epitácio Filho — carecia de investigação cartorial e/ou viagem ao município de Guimarães. Para citar exemplo, a data de natalício de Firmina eu encontrei 3. Aqui neste vídeo foi destacada (na versão antecedente) a data consolidada por instituições literárias e academias de letras divulgada nos principais meios de comunicação e no doodle do google  que recentemente anunciaram as comemorações do 194º aniversário de Maria Firmina dos Reis. Todavia, os vídeos postados no canal Epitácio Filho Designer, não pretendem ser referenciais, mas visam elencar informação confiável, relevante e endossar nos meios competentes o que é consolidado e, sobretudo, prestar homenagens a ilustres personagens a exemplo de vida, obra e morte de Firmina.
Ocorre que houve a necessidade de investigarmos a data: 11 de outubro a 11 de novembro, que foi bastante propalada na internet e nas TVs durante o período comemorativo dos 194 anos da escritora.

JUTIFICATIVA
E, em decorrência da concomitância desconexas das datas, valeu a praxe que nos norteia, recorrer aos meios e instituições competentes. Não o fizemos antes por confiarmos nas maciças divulgações recorrentes. “Fé cega, faca amolada.” Já dizia a música.
Foi então, que debruçamos nos códices do Arquivo Público do Estado do Maranhão para pesquisar Maria Firmina, e somente então fazermos o que consideramos certo: republicar nosso vídeo com a segurança de fazemos a nossa parte, mesmo que tal esforço e beneficio resultante seja percebido por uma ou duas pessoas.

OBRAS DE MARIA FIRMINA DOS REIS - Fonte: Enciclopédia virtual Wikipédia
ÚRSULA. Romance, 1859.
GUPEVA. Romance, 1861/1862 (O jardim dos Maranhenses) e 1863 (Porto Livre e Eco da Juventude).
POEMAS em: Parnaso maranhense, 1861.
A ESCRAVA. Conto, 1887 (A Revista Maranhense n° 3)
CANTOS À BEIRA-MAR. Poesias, 1871.
HINO da libertação dos escravos. 1888.
POEMAS em: A Imprensa, Publicador Maranhense; A Verdadeira Marmota; Almanaque de Lembranças Brasileiras; Eco da Juventude; Semanário Maranhense; O Jardim dos Maranhenses; Porto Livre; O Domingo; O País; A Revista Maranhense; Diário do Maranhão; Pacotilha; Federalista.
COMPOSIÇÕES MUSICAIS: Auto de bumba-meu-boi (letra e música); Valsa (letra de Gonçalves Dias e música de Maria Firmina dos Reis); Hino à Mocidade (letra e música); Hino à liberdade dos escravos (letra e música); Rosinha, valsa (letra e música); Pastor estrela do oriente (letra e música); Canto de recordação (“à Praia de Cumã”; letra e música).
*Os Professores Régios foram instituídos pelo Alvará de 28 de Junho de 1759, após a suspensão dos jesuítas – responsáveis até então por pregar e confessar em todo território português – com o objetivo de retirar da família e da Igreja a tutela sobre a educação da mocidade, passando-a para a Monarquia Portuguesa. Selecionados a partir de exames públicos.
Concebido e produzido por Epitácio Filho, gravado no Estúdio de Produções Interativas EPI, São Luís do Maranhão, Brasil.

MÚSICAS
Space Navigator - Sarah The Illstrumentalist
Slap Happy Riddim - Konrad OldMoney
Reese Peace Riddim - Konrad OldMoney
Epic_Journey - Yung Logos
Llena de Plena Jimmy Fontanez
- Media Right Productions
Fonte: YouTube Audio Library
Trilha vinheta de abertura: Rodrigo Caracas

AGRADECIMENTOS:
Cícero da Hora ‘‘O pesquisador solidário’’
e a toda equipe do ARQUIVO PÚBLICO DO ESTADO DO MARANHÃO

#maria firmina  #primeira romancista #ursula #epitaciofilho designer

quarta-feira, 2 de outubro de 2019

SÓ PRA NÃO DIZER QUE EU NÃO DOU MEUS PULOS...


SÓ PRA NÃO DIZER QUE EU NÃO DOU MEUS PULOS...

Existe clientes, amigos e pessoas especiais do tipo que só quer as coisa para ontem.
Pessoas assim, não se deve negligenciar a essas pessoas, um pronto antendimento.

Foi o que aconteceu quando o professor e revisor, Jáder Cavalcante, gramaticista purista / especialista em gramáticas portuguesa e inglesa me solicitou uma ilustração no formato GIF de um gato pulando.
Como podeis ver, eu dei meus pulos.

domingo, 26 de maio de 2019

AS TECNOLOGIAS SUCEDÂNEAS



Série O HOJE INSANO ‘‘FILOSOFANO’’  SOBRE AS TECNOLOGIAS SUCEDÂNEAS



O mundo está sempre em movimento, e tudo gira em torno de tecnologia.



A constante evolução dos processos e recursos tecnológicos promovem a obsolescência dinâmica em nossas vidas de modo cada vez mais exponencial



quinta-feira, 28 de março de 2019

CORRER, CORRER, TRABALHAR, TRABALHAR

Resolver isso e aquilo... Calma! Relaxe. Verifique o óleo para o motor não bater.
— É assim que eu descanso: carregando pedra e «postano o insano»


quinta-feira, 14 de março de 2019

75º ANIVERSÁRIO DE CAROLINA MARIA DE JESUS*

OS PRIMEIROS CONTATOS INTENSOS DELA COM O PAPEL FOI COMO CATADORA.
A BRASILEIRA FAVELADA QUE SE TRANSFORMOU EM FAMOSA ESCRITORA.
EU TIVE O PRAZER DE LER, EM MEADOS DOS ANOS 90, UM DOS LIVROS DELA



"O livro... me fascina.
Eu fui criada no mundo. Sem orientação materna. Mas os livros guiou os meus pensamentos. Evitando os abismos que encontramos na vida.
Bendita as horas que passei lendo. Cheguei a conclusão que é o pobre quem deve ler.
Porque o livro, é a bussola que ha de orientar o homem no porvir (...)"
Carolina Maria de Jesus - www.elfikurten.com.br

*Carolina MARIA DE JESUS (Sacramento, 14 de março de 1914 — São Paulo, 13 de fevereiro de 1977) foi uma escritora brasileira, conhecida por seu livro Quarto de Despejo: Diário de uma Favelada publicado em 1960. - Fonte dessa biografia: Wikipedia

domingo, 10 de março de 2019

Às mulheres:+Além de 8 de MARÇO


“ESTE POST É DEDICADO ÀS MULHERES E SUGERE A OBSERVÂNCIA: QUE AS HOMENAGENS RELATIVAS À DATA COMEMORATIVA DE 8 DE MARÇO DEVAM TRANSCENDER DO PLANO MIDIÁTICO PARA A PRÁTICA COTIDIANA.”




Vídeo propositalmente alusivo ao dia 8 DE MARÇO — Dia Internacional da Mulher — isso mesmo, alusivo, uma vez que encerra o firme propósito de transcender a data comemorativa. Afinal, as mulheres de todas as idades, etnias e credo merecem, além de saudável integridade física, amor e carinho, + dedicação, + compreensão e + respeito diariamente.



No que diz respeito às técnicas de produção aplicadas nesse projeto, trata-se pois, de um post fêmea: delicado, sensível, sutil e, quiçá, indeciso. Durante o delongado processo produtivo, várias foram as vezes em que foi refeito como sendo concluído para em seguida ser reiniciado e passar por alguma adequação. Algo do tipo: essa cor não está combinando; isso ou aquilo está muito longo, ou quem sabe, muito curto.



Ou seja: toda a produção teve uma forte carga de capricho e foi um prazer cúmplice produzir este vídeo que incorpora as mesmas nuances de mulher ao vestir-se ou diante de uma vitrine a decidir qual acessório adquirir.



Obs.: as palavras de ordem precedidas do sinal (+) representam as vozes, apelos e gritos das mulheres que amo, das que conheço (estampadas no vídeo) e de todas as demais que encontram eco nesse belo e pacífico protesto.