Ocupa, também o segundo lugar em relação aos acessos às redes sociais. É o que aponta José Borghi, da Mullen Lowe, antiga Borghi Lowe, com base no estudo da organização We Are Social, segundo uma publicação da exame.abril.com.br. Entretanto, eu fiz esse levantamento de dados. Vejam o descaso das operadoras em operação nas terras tupiniquins, para com os usuários brasileiros.
quarta-feira, 31 de janeiro de 2018
sábado, 13 de janeiro de 2018
NA CRISE, CRIE! - CREATING POSTING IT
Conteúdo publicado no BLOGSPOT, FACEBOOK, GOOGLE+ e LINKEDIN
A primeira pregunta é: Existe uma receita certa para
driblar, sair ou acabar com a crise?
Ou melhor, existe uma crise? Ou simplesmente, o que é crise?
Nos idos dos anos de 1980 a 1990 uma arguição, não lembro bem se foi proferida pelo publicitário britânico, David MacKenzie Ogilvy (fundador da Ogilvy & Mather) ou se por algum publicitário brasileiro... mas vamos à citação: — Quando eu ia vender meus serviços, alguns clientes se esquivavam com o argumento generalizado de crise. “Não vamos fazer isso agora, esperemos a crise passar...” e em pronto contraponto:
— Mas que crise? Desde quando eu era menino que eu ouvia meu avô dizer que, na época, todos viviam alarmados com a crise, mas para ele a tal crise nunca existiu. Eu vejo surgirem mais carros por todos os lados da cidade, todos os dias surgem novos prédios. As pessoas não param de consumir, todos têm demandas e necessitam de produtos e serviços.
Fique a vontade para imaginar os cenários da recessão dos anos 30 e do pós-guerra... Todavia, Ogilvy tinha razão. Todos os dias mesmo sob quaisquer circunstâncias surgem oportunidades de negócios, entretanto, a mídia tradicional bombardeia a todos com pacotinhos e sacolões de crises. Tem gente que fala esse termo por mero modismo, fala de crise sem saber realmente o que é isso. Há desemprego? Vai esperar sentado? Vai desmoronar? Claro que não! Em cada um de nós reside um “restart”, um “plano B”, um instinto preservador de nós mesmos que nos perpetua e sincroniza nossa existência com a sinergia universal. Esse fenômeno é a lei da compensação natural: uma porta se fecha, outras se abrem. Em situações extremas, convém fazermos uso de uma ferramenta que nos é peculiar, a criação/criatividade. Nada é mais profícuo do que por em prática processos de gerenciamento de soluções e de conquista de novos nichos de mercado. Afinal as cidades continuam crescendo, as indústrias initerruptamente vomitam produtos no mercado. A atual crise pela qual passamos é uma ebulição de mudanças de padrões, em momentos como esse, acomodação não é a melhor saída.
No dia 8 de janeiro de 2018, o grande nome da criação voltada para o mercado publicitário, Washington Olivetto, em matéria pulicada no jornal dirigido, meio & mensagem declarou: “Hoje temos uma crise generalizada (...) A publicidade está menos brilhante, em geral. São três características que perdemos: se ganhava dinheiro, era divertido e era brilhante.”
É claro que ele não cita uma crise financeira, mas sim conjuntural. Contudo, esse profissional genial que já dissipou muitas crises de empresas-clientes e tirou de letra um episódio crítico vivido por ele, aponta caminhos e soluções. Nada mais natural, mesmo para quem se diz “desacelerando as atividades”. Trata-se de um profissional que mantem o foco, o instinto estrategista e criativo, virtudes que poderão ser apreciadas em uma autobiografia a ser lançada em breve.
Ou melhor, existe uma crise? Ou simplesmente, o que é crise?
Nos idos dos anos de 1980 a 1990 uma arguição, não lembro bem se foi proferida pelo publicitário britânico, David MacKenzie Ogilvy (fundador da Ogilvy & Mather) ou se por algum publicitário brasileiro... mas vamos à citação: — Quando eu ia vender meus serviços, alguns clientes se esquivavam com o argumento generalizado de crise. “Não vamos fazer isso agora, esperemos a crise passar...” e em pronto contraponto:
— Mas que crise? Desde quando eu era menino que eu ouvia meu avô dizer que, na época, todos viviam alarmados com a crise, mas para ele a tal crise nunca existiu. Eu vejo surgirem mais carros por todos os lados da cidade, todos os dias surgem novos prédios. As pessoas não param de consumir, todos têm demandas e necessitam de produtos e serviços.
A criatividade e os gatilhos que a concebem: os hemisférios cerebrais - Ilustração de Epitácio Filho
Fique a vontade para imaginar os cenários da recessão dos anos 30 e do pós-guerra... Todavia, Ogilvy tinha razão. Todos os dias mesmo sob quaisquer circunstâncias surgem oportunidades de negócios, entretanto, a mídia tradicional bombardeia a todos com pacotinhos e sacolões de crises. Tem gente que fala esse termo por mero modismo, fala de crise sem saber realmente o que é isso. Há desemprego? Vai esperar sentado? Vai desmoronar? Claro que não! Em cada um de nós reside um “restart”, um “plano B”, um instinto preservador de nós mesmos que nos perpetua e sincroniza nossa existência com a sinergia universal. Esse fenômeno é a lei da compensação natural: uma porta se fecha, outras se abrem. Em situações extremas, convém fazermos uso de uma ferramenta que nos é peculiar, a criação/criatividade. Nada é mais profícuo do que por em prática processos de gerenciamento de soluções e de conquista de novos nichos de mercado. Afinal as cidades continuam crescendo, as indústrias initerruptamente vomitam produtos no mercado. A atual crise pela qual passamos é uma ebulição de mudanças de padrões, em momentos como esse, acomodação não é a melhor saída.
No dia 8 de janeiro de 2018, o grande nome da criação voltada para o mercado publicitário, Washington Olivetto, em matéria pulicada no jornal dirigido, meio & mensagem declarou: “Hoje temos uma crise generalizada (...) A publicidade está menos brilhante, em geral. São três características que perdemos: se ganhava dinheiro, era divertido e era brilhante.”
É claro que ele não cita uma crise financeira, mas sim conjuntural. Contudo, esse profissional genial que já dissipou muitas crises de empresas-clientes e tirou de letra um episódio crítico vivido por ele, aponta caminhos e soluções. Nada mais natural, mesmo para quem se diz “desacelerando as atividades”. Trata-se de um profissional que mantem o foco, o instinto estrategista e criativo, virtudes que poderão ser apreciadas em uma autobiografia a ser lançada em breve.
Pode parecer clichê batido, entretanto nada traduz melhor esse momento de “crise” do que o apelo NA CRISE, CRIE!
Pautado nesse cliché dediquei um modesto vídeo que não foi feito para a virada do ano, um marco ínfimo na medição de um ciclo — foi feito na virada do ano para preencher o período de ócio, afinal, alguém precisa trabalhar! Vender o peixe! Assim sendo, não é um filme dotado de obsolescência, tal qual um produto feito em 2017, porém, apresentado como sendo de 2018. Trata-se de um filme vigente de 2018. É, a princípio, subliminarmente contestador e descaradamente estimulador e motivacional. O mote “NA CRISE, CRIE!” desta produção aponta uma saída (entre várias) para esse momento no qual (nós) a maioria dos brasileiros, estamos imersos.
Este vídeo exalta a comunicação e suas ferramentas como meio de solução para múltiplas demandas.
A personagem central dessa produção é Head Lamp — que já se tornou quase uma marca Epitácio Filho — simboliza a criatividade e a criação universal como um todo.
#creatpostingit #nacrisecrie #filmedoano #videoepitaciofilho
sábado, 2 de dezembro de 2017
HOMEM VOA!
Alberto Santos-Dumont seria um nome para se festejar, na
data de nascimento ou de morte? Somente em outubro, ou em novembro? Para as
pessoas que viajam de avião deveria ser a cada segundo. Para brasileiros: Para
todo o sempre.

“Antes de tentar conduzir uma aeronave é indispensável ter, a bordo dum balão ordinário ou em um bom avião, aprendido as condições do meio atmosférico, feito conhecimento com os caprichos do vento, penetrado a fundo as dificuldades que apresenta o problema do lastro, sob o tríplice aspecto da partida, equilíbrio aéreo e aterrissagem.” Santos-Dumont, trecho da autobiografia MEUS BALÕES

“Antes de tentar conduzir uma aeronave é indispensável ter, a bordo dum balão ordinário ou em um bom avião, aprendido as condições do meio atmosférico, feito conhecimento com os caprichos do vento, penetrado a fundo as dificuldades que apresenta o problema do lastro, sob o tríplice aspecto da partida, equilíbrio aéreo e aterrissagem.” Santos-Dumont, trecho da autobiografia MEUS BALÕES
HOMEM VOA! - Este vídeo concebido e produzido por Epitácio Filho homenageia a brasilidade, a inventividade do povo brasileiro e Santos-Dumont, mentor intelectual e efetivo do invento mais fenomenal da humanidade: o avião — O musicista Rodrigo Caracas produziu as belíssimas trilhas sonoras. Vídeo gravado nos Studio Phocus e Estúdio EPI, São Luís do Maranhão, Brasil.
ERRATA - A data correta de produção que deveria constar na ficha de produção deste vídeo é: 10 de novembro de 2017
ABAIXO: REPRODUÇÃO DO TEXTO DO VÍDEO
ESTE VÍDEO É UMA HOMENAGEM A ALBERTO SANTOS-DUMONT,
brasileiro que dedicou a vida a criar, projetar, construir e
pilotar máquinas voadoras.
Foi o mais completo inventor aeronauta de todos os Tempos.
Foi um projetista veloz: em pouco tempo, concebeu, desenhou e fabricou com
versatilidade, diversos modelos de balões, aeroplanos, hidroaviões e tantos
outros inventos. Por ter sido, desde pequeno, aficionado por mecânica e
familiarizado com motores, introduziu propulsão motorizada em balões e
planadores criados por ele, desse modo os transformou em dirigíveis e aviões.
Por outro lado, em 1908, em Paris, os Wright fizeram a
apresentação do ''Flayer'' que não era dotado de rodas (trem de pouso,
importante recurso para mobilidade e aceleração) por isso e, provavelmente,
pelo motor subdimensionado, ascendeu catapultado por trilhos e postes e,
portanto, até a data dessa apresentação, o''Flayer'' não tinha motorização
apropriada. Se tivesse, eles não consumiriam dias na montagem e desmontagem da
estrutura para voo único, e, uma vez em solo, caso precisasse voar novamente, o
aparelho teria que ser carregado até a cabeça da catapulta. Essas deficiências
põem em xeque a primazia do voo dessa máquina nos idos de 1903, entretanto,
tais fatos não maculam seus experimentos e nem o etnocentrismo dos americanos.
Toda nação deve lutar por seus feitos, abraçar todo e qualquer esforço de seu
povo e os transformar em grandezas.
É recente o despertar do Brasil e dos brasileiros aos feitos
de Alberto Santos-Dumont, o gênio brasileiro e verdadeiro Pai da Aviação.
Entretanto, cabe somente a nós, sob a tutela do conhecimento e da informação,
se possível, com lastro técnico ou científico, abraçar nossos feitos e méritos.
Contribuir como essa base de informação é uma das razões que
nos volveu a produzir este vídeo simples, mas esclarecedor.
EM TEMPO: os voos pioneiros e históricos realizados por
Santos-Dumont, nos dias 23 de outubro e 12 de novembro, no ano de 1906 são
reconhecidos pela FEDERAÇÃO AERONÁUTICA
sexta-feira, 6 de outubro de 2017
OS MOTIVOS pelos quais os PORQUÊS são diferidos
3 regras práticas gramaticais que são como uma verdadeira ferramenta para quem lida com a escrita.
Saiba mais: leia DÚVIDAS DE PORTUGUÊS - Prof. Jáder Cavalcante
Saiba mais: leia DÚVIDAS DE PORTUGUÊS - Prof. Jáder Cavalcante
Julio Melo Cunha no Face: Já ouvi relatos de vários professores, dizendo q essa é uma das regras mais desnecessárias e prejudiciais da nossa gramática. Muitos defendem q o importante é a compreensão da frase e q perdem vários dias, explicando algo q alguns decoram para tirar uma boa nota na prova e uma semana depois, não sabem nada a respeito.
• Responder • 22 de setembro às 14:30
• Responder • 22 de setembro às 14:30
domingo, 1 de outubro de 2017
UMA PEQUENA MOSTRA DE CARICATURAS E RETRATOS
Uma pequena mostra de caricaturas e retratos. Variadas técnicas, por Epitácio Filho.
CARTOONS AND PORTRAITS. A small exhibition of caricatures and portraits with various techniques.
CARTOONS AND PORTRAITS. A small exhibition of caricatures and portraits with various techniques.
terça-feira, 25 de julho de 2017
QUALQUER SEMELHANÇA COM OS FATOS ATUAIS É MERA HISTÓRIA
Compartilhado do Jornal da Record, Caso Panair, Ditadura Militar, Golpe de 1964, Lagoinha e do Youtube canal: Carlos Albuquerque Albuquerque.
segunda-feira, 24 de julho de 2017
ALGUÉM JÁ TEVE O PRIVILÉGIO DE LER ESSE LIVRO?
Trata-se do livro de Éric-Emmanuel Schmitt do escritor e dramaturgo belga, de origem francesa (ilustração da capa: Ecce homo - Antonio Ciseri 1871) foi publicado no ano 2000. Esse fantástico livro eu o li. Entretanto, por ser considerado apócrifo, saiu de circulação. Se alguém souber onde poderei adquirir um exemplar, por favor, informe-me/ comente Obrigado.
Abaixo, tento transcrever, por lembranças, trecho de umas das muitas cartas (cartas essas que compõem o livro e que atualmente encontram-se em um museu de romano). Pilatus as escrevia quase que diariamente ao irmão em Roma.
—Amado irmão, ontem não pude escrever-te. Creia-me, os eventos aqui na Judeia estão intensos. Os rabinos querem que eu prenda o “mágico”! Eu não tenho motivos para prender o “magico”. Ele não perturba a ordem, segundo as ordens de César eu devo prender quem perturba a ordem pública. Ele não me dá trabalho, ele fica ao longe com a turma dele, embaixo das oliveiras (...).
Assinar:
Postagens (Atom)





